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Entre Frascos

Damask Haus

Amber Exhale

2024· Bri BeyerOriental amadeiradoUnissexdemanda baixa em decants
Frasco de Amber Exhale, de Damask Haus

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Acordes dominantes

  1. cítrico
  2. baunilha
  3. âmbar
  4. especiado quente
  5. talcado
  6. especiado fresco

Pirâmide olfativa

Saída

O primeiro impacto, nos primeiros 15 minutos.

Coração

A personalidade do perfume, por algumas horas.

Fundo

O rastro que fica na pele até o fim do dia.

Como ele se comporta

Fixação, projeção e ocasião — votos da comunidade internacional somados aos daqui.

Fixação

1 voto

  • muito fraca0
  • fraca0
  • moderada0
  • duradoura1
  • eterna0

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Projeção

1 voto

  • íntima0
  • moderada0
  • forte1
  • enorme0

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Gênero

1 votos

FemininoMasculino

Onde encontrar

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Impressões da comunidade internacional

Traduções chegam aos poucos — textos em inglês por enquanto.

  • em inglês

    It opens with an unexpected synthetic peach ester that immediately throws the whole composition off balance. Instead of a smooth amber or warm resin, the first impression is a sharp, plasticky fruit note — the kind that feels more like flavored lip gloss or a peach‐scented eraser than anything natural or perfumery‐grade. It’s jarring, loud, and chemically bright in a way that clashes with the warm amber base underneath. As it develops, the amber tries to come forward, but it’s thick, syrupy, and humid — the kind of sweet warmth that clings to the air rather than settling gracefully on skin. The peach‐chemical haze never fully disappears, creating a strange, sticky contrast between cheap fruity esters and cozy candle‐style amber. The result is disjointed, overly sweet, and oddly synthetic, with a fuzzy, almost plasticky undertone that never resolves. It feels wrong on multiple levels: the fruit note is too artificial, the amber too syrupy, and the overall structure too blunt and cozy for a refined wear. It leans more toward a warm peach‐amber room spray than a wearable perfume.

Resenhas da comunidade

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